
Foi um pensamento de matar
Há quem viaje para ver monumentos, nós fomos para conquistar o alcatrão... ou pelo menos, todas as rotundas de Arganil.
Esta é a história de uma dupla que tinha tudo para dar errado, mas que acabou num álbum de fotos épico.
De um lado, o Dave, o nosso britânico renegado. Imaginem um cavalheiro que trata o Código da Estrada como a Bíblia: para ele, um sinal vermelho é uma barreira intransponível e o limite de velocidade é para ser cumprido à risca, com todos os parafusos da mota a vibrar em sintonia britânica.
Do outro lado, o "Terror das Vinhas". Se o Dave é a calma, eu sou a tempestade. Para mim, as rotundas não são apenas cruzamentos, são palcos para o meu escape cantar e para mostrar que "chegar a horas" é um conceito muito relativo quando se tem punho para enrolar.
O Resultado? 📸 Uma expedição surrealista por Arganil.
Entre as travagens milimétricas do Dave e os meus arranques que acordaram as aldeias vizinhas, conseguimos o impossível: documentar cada curva circular do concelho.
No final, ficaram as fotos, o cheiro a borracha e a prova de que, entre um "velhote" certinho e um motard com pressa, o que conta é a parvoíce da viagem.
Se passarem por uma rotunda em Arganil e ouvirem um eco de um escape e um resmungo em inglês, já sabem quem por lá andou!
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